Release Artístico

Nascido na pequena cidade interiorana de Baixio, no Ceará, Vuldembergue Farias, saiu de casa muito cedo para estudar, tendo passado por Cajazeiras e Campina Grande, na Paraíba, e, depois por Fortaleza, Juazeiro do Norte e Ipaumirim, retornando à capital onde completaria os estudos até o nível médio, pelos idos de 1972 e diplomando-se bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Maranhão em 1977.

Recém casado, foi transferido pela empresa onde trabalhava para São Luís, Maranhão, no início de 1973, onde passou 11 anos e compôs a maioria das músicas do primeiro CD autoral. Retornou a Fortaleza em 1984 e desde então se dedica ao trabalho comercial e à música.

Somente em 1992 resolveu estudar mais profundamente o violão, trabalho facilitado por três anos de estudo de teoria musical no Seminário de Cajazeiras. Desde então se apresenta profissionalmente na noite, em bares e restaurantes.

Assim nasceu o músico que desde cedo traz a tendência musical herdado de seu pai, um pistonista da banda de música de sua cidade natal e de sua mãe, muito aplaudida no ambiente familiar por sua voz maviosa.

Atualmente Vuldembergue é Técnico em Educação da Prefeitura de Fortaleza, Professor Tutor do Curso de Administração pública, da Universidade Estadual do Ceará e músico profissional trabalhando na noite com repertório baseado na Musica Popular Brasileira.

Suas composições trazem, na maioria das vezes, o protesto e o retrato da realidade transformando, assim, a música em porta-voz das suas visões de mundo e esteio de suas inquietações, na busca da satisfação da alma.

Várias de suas músicas foram classificadas em diversos Festivais de Música por todo o país, destacando-se Alegria, Olha aqui pra ti, Era S. João, Carnaval chegou agora, Chove chuva, Contraste social.

Vuldembergue Farias, que já lançou vários álbuns musicais, destacando o CD (autoral) Avesso com composições de parceiros musicais, o CD (autoral) Piragem, o CD Vuldembergue canta Chico, o CD (autoral) Vai, meu samba, o CD (autoral) Retratos apresenta variados tipos de vivências representadas nas suas composições, na maioria das vezes de ritmo regional, marcando assim, suas raízes interioranas e enaltecendo a cultura nordestina.